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“Mão de obra tem que ser nossa”, afirma Rui em negociação com chineses no Carnaval

“Mão de obra tem que ser nossa”, afirma Rui em negociação com chineses no Carnaval

28/02/2017 às 18h49
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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As empresas chinesas que estão em negociação com o Governo do Estado para investir em projetos estruturantes, como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul, terão que utilizar mão de obra local durante a construção dos equipamentos. Foi o que o governador Rui Costa reafirmou à comitiva de executivos chineses durante a apresentação do Carnaval da Bahia ao grupo, na noite de segunda-feira (27), no circuito Dodô (Barra-Ondina). "No início da nossa conversa, já tinha dito a eles que o modelo utilizado na África, com 100% de aproveitamento da mão de obra chinesa, não nos interessa", disse Rui.

Para o governador, “eles podem até trazer especialistas, porque têm tecnologia e conhecimento quem podem servir de aprendizado para nossos engenheiros e técnicos, mas a maior parte da mão de obra tem que ser nossa”. Rui também informou que os empresários chineses estão convictos de participar da licitação da Fiol, que o governo federal prevê lançar edital, "no mais tardar em julho deste ano", para o trecho de Caetité até Ilhéus, e depois, do restante, até a divisa da Bahia. "Até o fim deste ano, teremos o início das obras da Fiol e do porto".

O governador informou ainda que estão agendadas reuniões no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, inclusive para discutir a construção da ponte Salvador-Itaparica, projeto em estudo aprofundado pelos chineses. No próximo mês haverá encontro com os sócios da Bahia Mineração (Bamin), com os quais os chineses querem firmar parceria, “para bater o martelo sobre o Porto Su”.

Rui enfatizou que ao visitar a Bahia nos últimos dias, na área de instalação da Fiol e do porto, a comitiva confirmou o que o Governo do Estado tem informado. “Não brincamos com a informação. É preciso ser rígido. Estamos um processo de aproximação, onde se ganha mutuamente porque não se trata de doação e de filantropia. Eles são hoje grandes empresas, com recursos do governo e do banco estatal, que têm interesse que as empresas façam negócios no exterior. Eles querem investir no Brasil e, por toda a interlocução, têm decisão de fazer negócios na Bahia".

O Governo do Estado tem o metrô de Salvador a seu favor para obter a confiança dos chineses.  "Mobilidade que deu certo e é referência no Brasil. Isso está nos empoderando, capacitando para ganhar confiança no mercado e atrair muita gente. Por isso, a licitação do VLT tem muito interesse. Solidificamos uma imagem pública de um estado organizado e sério", completou.

Foto Manu Dias

Secom  - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia

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