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Crise deixa 43 mil baianos sem plano de saúde

Crise deixa 43 mil baianos sem plano de saúde

31/01/2021 às 12h27 Atualizada em 31/01/2021 às 15h27
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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A pandemia do novo coronavírus agravou a crise econômica provocando a maior taxa histórica de desemprego, de 13,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por conta disso 43 mil pessoas deixaram de ter plano de saúde na Bahia em 2020, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

No mesmo período de 2019, cerca de 10 mil baianos que desistiram dos convênios. O aumento entre os dois anos foi de 349%. Ou seja, quase quatro vezes maior em 2020.

Dentre as cinco cidades da Bahia mais populosas, houve redução em três delas em agosto de 2020 comparado a agosto de 2019. Em Salvador, município onde há mais pessoas com plano de saúde, o número saiu de 805.723 para 782.964 - mais de 22 mil pessoas abdicaram do serviço. O mesmo aconteceu com Feira de Santana e Camaçari. Contudo, os números aumentaram em Vitória da Conquista, Juazeiro e Lauro de Freitas.

 

Entre os que continuam com plano de saúde muitos trocaram  por planos com preços mais baixos, a maioria saiu de uma convênio com cobertura nacional - como Sul América, Bradesco e Amil - para os de abrangência regional ou local, como Casseb, Hapvida e Promedica.

“A procura continua, mas tem muita gente trocando de plano. As tabelas de preços não estão de acordo com a crise econômica que está acontecendo no Brasil, tem muita gente tendo redução de salário ou sendo demitida. O que está acontecendo é a troca de uma plano tradicional para um mais popular”, explicou a corretora Valdete Quintela, que trabalha no ramo há quase 30 anos.

A sócia da True Corretora de Seguros Jose Caetana, 26 anos, aponta ainda que houve uma maior desistência de planos de saúde empresariais, isto é, pessoa jurídica, e uma busca maior por planos individuais, para pessoas físicas. “Entre março e abril, teve uma queda que a gente sentiu muito. Mas depois, em julho, a procura aumentou. Houve principalmente um aumento na busca de produtos individuais e uma queda nos empresariais”, comentou a empresária. A principal queixa, segundo ela, foi a redução de salário: “A renda deles caiu e buscaram reduzir os custos”. A mesma explicação foi dada por Quintela: “Quando o orçamento aperta, a primeira coisa que você elimina é o plano de saúde e não a escola de seu filho”.

Fonte:Correio da Bahia

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