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Microsoft terminou 2019 na segunda colocação do setor de nuvem

Microsoft terminou 2019 na segunda colocação do setor de nuvem

27/10/2020 às 16h17 Atualizada em 27/10/2020 às 19h17
Por: Redação
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Satya Nadella: presidente da Microsoft vem aumentando cada vez mais a presença da empresa em serviços de computação em nuvem (ucas Jackson/Reuters)
Satya Nadella: presidente da Microsoft vem aumentando cada vez mais a presença da empresa em serviços de computação em nuvem (ucas Jackson/Reuters)

Estimativa é de que a gigante de Redmond tenha crescimento próximo de 8% na receita obtida entre os meses de julho e setembro.

Microsoft vai divulgar seus resultados financeiros do terceiro trimestre nesta terça-feira (27). A expectativa é de que a empresa mantenha o ritmo de crescimento habitual em relação aos seus negócios, principalmente no setor de computação em nuvem.

Este será o primeiro trimestre fiscal de 2021 da Microsoft. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, a companhia deve ter receita próxima de 35,7 bilhões de dólares neste trimestre. O valor é 8% mais alto do que o registrado no mesmo trimestre do ano passado, quando o faturamento foi de 33,1 bilhões de dólares.

A maior parte da receita da Microsoft neste trimestre deve vir do setor de computação em nuvem, que tem um ganho estimado de quase 12,8 bilhões de dólares. O setor de computação pessoal deve ter receita próxima de 11,3 bilhões de dólares, enquanto outros negócios devem movimentar 11,8 bilhões de dólares.

De acordo com a consultoria Gartner, a Microsoft terminou 2019 ocupando a segunda colocação do setor, com uma fatia de 17,9%. A grande rival é a Amazon, que tem 45% do mercado. Na sequência estão Alibaba (9,1%), Google (5,3%) e Tencent (2,8%).

Para os acionistas, a notícia é boa. O lucro por ação deve ficar em torno de 1,55 dólar (em uma faixa entre 1,49 e 1,69 dólar). Desde o começo do ano, as ações da Microsoft já aumentaram 33% em relação ao preço negociado em janeiro. No pregão desta segunda-feira, a companhia terminou o dia com queda de 2,84%, ficando avaliada em pouco menos de 1,6 trilhão de dólares.

Foi um trimestre movimentado para a gigante de Redmond. Somente no mercado de games, por exemplo, a empresa anunciou a compra do estúdio Bethesda por 7,5 bilhões de dólares, acirrou a disputa contra a Sony ao lançar um novo videogame no mercado. E ainda opinou em relação a uma disputa de outra big tech contra o jogo Fortnite.

Em outros negócios, a Microsoft anunciou que passaria a investir em 5G com a Azure, sua plataforma de computação em nuvem. A chegada da empresa no mercado de internet móvel de quinta geração pode ser um golpe duro para rivais do setor, principalmente para a Huawei, que enfrenta o litígio do governo americano. E isso pode impactar até o Brasil.

Houve também rumores de que a companhia poderia adquirir o controle do TikTok, aplicativo que é um fenômeno em 2020 e que ganhou antipatia do governo americano por ter sido desenvolvido por uma empresa chinesa. O serviço ficou nas mãos de uma rival da Microsoft, a Oracle em um plano que deve beneficiar a rede varejista Walmart.

 

Fonte: Revista Exame

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