
Ao conquistar a liderança na produção de diamantes, a Bahia honra a tradição iniciada em 1844, com a descoberta da primeira pedra pelo garimpeiro Cazuzinha do Prazo, no município de Mucugê, na região que levou o nome do minério: a Chapada Diamantina.
São R$ 108 milhões de diamantes baianos comercializados em 2019, graças ao trabalho desenvolvido na única mina da América do Sul, rica em kimberlito, a rocha matriz do minério mais brilhante e rijo.
A mina Briúna, no entanto, não fica na Chapada, onde o garimpo mecanizado foi proibido em 1996, uma estratégia bem articulada com o setor de turismo para a substituição da principal atividade econômica da região.
O tesouro está situado no município de Nordestina, no semiárido, onde a empresa Lipari Mineração vem operando desde 2016, conforme dados do Informe divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).
Produção – TOP4 do Brasil em produção de bens minerais, a produção baiana comercializada alcançou a marca de R$ 333 milhões em janeiro, tendo o ouro como responsável por 40% de toda a produção.
Além do tradicional diamante, outros sete bens minerais posicionaram a Bahia como campeã brasileira: bentonita, cromo, magnesita, sal-gema, talco, urânio e vanádio.
Entre as cidades de maior arrecadação, Jacobina, no alto da Chapada Diamantina, é líder em arrecadação, graças à produção de ouro, agregados e rocha ornamental. Outros municípios situados entre os mais produtivos são Barrocas, Andorinha, Jaguarari, Brumado, Juazeiro, Maracás, Dias D’Ávila e Pindobaçu.
Fonte: Jornal A Tarde
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