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"Diretor Executivo da Petrobras, Roberto Ardenghy, mente para a Bahia, para os baianos e para a Imprensa local", diz o Sindipetro

"Diretor Executivo da Petrobras, Roberto Ardenghy, mente para a Bahia, para os baianos e para a Imprensa local", diz o Sindipetro

27/03/2021 às 08h27 Atualizada em 27/03/2021 às 11h27
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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Segundo o Sindipetro, o Diretor Executivo de Relacionamento e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy, mentiu para a Bahia, para os baianos e para e imprensa local, em entrevista concedida na quinta-feira (25), no “Jornal da Manhã”, exibido pela rede Bahia,  Ele informou que não haverá demissões em massa, que o consumidor sentirá no bolso a diminuição do preço da gasolina e dos derivados de petróleo e que o impacto do negócio para a economia baiana será positivo.

Com o anúncio da confirmação da venda da Refinaria Landulpho Alves – Rlam, o Sindipetro Bahia alerta que os preços dos derivados de petróleo na Bahia, principalmente o gás de cozinha, o diesel e a gasolina aumentarão, sob o controle da Mubadala. Vale ressaltar que agora na Bahia teremos um monopólio privado, com objetivos claros – o retorno do investimento feito e a garantia absoluta da lucratividade.

Como a Petrobras não tem argumentos técnicos, financeiros, ou políticos para a venda da Refinaria Landulpho Alves, divulga mentiras que qualquer especialista no setor desmentiria. A privatização da Rlam vai gerar aumentos dos derivados do petróleo, não existe no nordeste nem no estado da Bahia qualquer concorrência com a refinaria, será um monopólio privado absoluto.

Na verdade a Petrobras entregou de bandeja o mercado baiano para o fundo árabe Mubadala, com a venda da nossa RLAM. Sem contar, que se a empresa compradora decidir exportar parte da produção da refinaria para o mercado internacional, o Estado deixará de arrecadar parte do ICMS gerado internamente. Os baianos serão reféns dessa nova política, que provocará, além disso, prejuízos na redução de empregos, da massa salarial e na compra de bens e serviços.

O Sindipetro Bahia repudia as afirmações do diretor, um ato de favorecimento de uma empresa de capital internacional em detrimento do povo baiano e do Brasil.

Com informações do Sindipetro

 

 

 

 

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