Na narrativa criada pelos procuradores há alguns anos, quando Sergio Moro ainda era o juiz dos casos de Lula, empresas como Odebrecht e OAS teriam criado uma “conta corrente informal” ou um “caixa virtual” – nas palavras da defesa de Lula – para depositar propinas usadas para agradar ao PT.
Na mesma semana em que a Lava Jato do Rio de Janeiro transformou o advogado Cristiano Zanin em réu, o ex-presidente Lula virou alvo de mais uma denúncia feita pelo braço da operação em Curitiba. Na última sexta (11), a força-tarefa agora liderada pelo procurador da República Alessandro Oliveira decidiu criminalizar as doações oficiais feitas pela Odebrecht ao Instituto Lula.
A denúncia questiona a legalidade de R$ 4 milhões que a Odebrecht doou ao Instituto entre dezembro de 2013 e março de 2014, em quatro transações. Os recursos supostamente têm “origem ilícita” e estão conectados com contratos ou vantagens obtidas pela Odebrecht junto à Petrobras, resumiu a revista Veja nesta segunda (14).
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Fonte: Brasil 247
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