
No início de sua gestão, Rui Costa prometeu regionalizar a saúde na Bahia, antes concentrada em Salvador. “Não está correto que 82% da população saia das suas cidades para vir à capital fazer exames, cirurgias e outros procedimentos”, destacou o governador.
Hoje, no Hotel Aster, os prefeitos da região se reuniram e escolheram Sosthenes Serravalle Campos, prefeito de Pedrão, como o Presidente do Consórcio de Saúde da Região de Alagoinhas.
Os Consórcios surgiram como uma alternativa para os municípios melhorarem o acesso à saúde para sua população, vez que, historicamente, eles não possuem as verbas necessárias para custear esses serviços sozinhos.
Conheça o processo:
Uma policlínica de 12 milhões é oferecida pelo Estado, com todos os equipamentos, para funcionar numa cidade-sede da região (uma policlínica padrão deve atender uma região de 500 mil pessoas).
O Valor de manutenção da policlínica (em média R$ 700 mil) é dividido entre os municípios participantes do consórcio.
Os municípios têm que garantir o funcionamento de seus postos de saúde, UPA e Hospitais, sendo os pacientes mandados para as policlínicas só após passarem por um médico em seu município.
Os municípios consorciados podem escolher entre os dois tipos de policlínica com especialidades como tomografia, radiologia e biópsia, além de poderem oferecer serviços de deslocamento entre as cidades consorciadas e a cidade-sede da policlínica.
Fonte SECOM Ba
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