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Foi descartado pelo governo Bolsonaro um total de 1 milhão de canetas de insulina, as quais valiam cerca de R$ 15 milhões

Foi descartado pelo governo Bolsonaro um total de 1 milhão de canetas de insulina, as quais valiam cerca de R$ 15 milhões

21/03/2023 às 10h37 Atualizada em 21/03/2023 às 13h37
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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Foram cerca de R$ 2,2 bilhões em produtos perdidos na área da saúde durante a gestão bolsonarista

O Ministério da Saúde descartou 999,7 mil canetas de insulina de ação rápida durante o governo Jair Bolsonaro (PL). Os produtos, avaliados em quase R$ 15 milhões e usados para diabetes, perderam a validade de setembro de 2020 a junho de 2021. Também na gestão dele foram descartados ao menos 12 tipos avaliados em R$ 13 milhões para terapias de doenças raras. A administração bolsonarista deixou vencer 39 milhões de doses/ R$ 2 bilhões para tratamento de pessoas diagnosticadas com a Covid-19. Outras vacinas (7,4 milhões de frascos/R$ 128 milhões) e outros produtos estimados em cerca de 96 milhões não tiveram destinos adequados. Foram cerca de R$ 2,2 bilhões em produtos perdidos na área da saúde.

Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, o médico Levimar Araújo disse que o correto seria liberar a insulina ao paciente por meio de uma receita mais simples. "Às vezes o médico precisa preencher um documento de seis folhas. Fiz medicina para examinar os pacientes, não para isso", afirmou, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.

Em nota, a Saúde disse que o cenário de perda de vacinas, medicamentos e outros insumos "reflete o descaso do governo anterior, que negou à equipe de transição informações sobre estoques e validade desses produtos".

O ex-ministro Marcelo Queiroga, responsável pasta da Saúde de março de 2021 a dezembro de 2022, afirmou que não tem informação sobre estoques e que esses números ficam sob cuidado das áreas técnicas.

Luiz Henrique Mandetta, primeiro ministro da Saúde do governo Bolsonaro (de janeiro de 2019 a abril de 2020), disse que houve esforço para adequar a gestão dos estoques, ao transferir os produtos de armazéns no Rio de Janeiro para uma central em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo.

O atual deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ), que também foi ministro da Saúde no governo Bolsonaro (de junho de 2020 a março de 2021), não se manifestou.

Fonte: Brasil247

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