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Haddad assume prometendo âncora, cortes, mas mercado desconfia por causa dos combustíveis

Haddad assume prometendo âncora, cortes, mas mercado desconfia por causa dos combustíveis

02/01/2023 às 11h00 Atualizada em 02/01/2023 às 14h00
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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O ministro Fernando Haddad assumiu com um discurso em que defendeu uma âncora que fique entre a “ambição e a factibilidade”, ou seja, que não pode ser tão ambiciosa que não seja aplicável, mas precisa ser crível. Vai mandar o novo marco fiscal ao Congresso ao fim do primeiro trimestre.

Disse que o governo anterior ampliou gastos em R$ 300 bilhões no último ano para tentar ganhar a eleição. Chamou de “duros golpes” à austeridade. E citou como péssimos exemplos os decretos do dia 30 de criação de cargos em embaixadas e de renúncias fiscais “que dariam um prejuízo de R$ 10 bilhões aos cofres públicos”.

O mercado olha com preocupação a primeira crise que houve em torno da reoneração dos combustíveis porque interpretou como uma derrota de Haddad. O que a área política do governo Lula me explicou ontem, em algumas conversas que tive, é que politicamente não era aceitável um salto no preço dos combustíveis no primeiro dia, mas confirmaram que a decisão é voltar a cobrar impostos, principalmente da gasolina.

Ao falar de improviso sobre o novo secretário de política econômica, Guilherme Mello, o economista da equipe mais identificado com a ideia expansionista, ele elogiou, disse que Mello esteve com ele na campanha de 2018 quando várias pessoas se afastaram e terminou: "Aguenta o tranco aí, a turma tá batendo duro".

Haddad disse que não está aqui para “aventuras”. E comentou em oposição ao governo que sai que não há "posto Ipiranga", mas uma rede de postos com quatro pessoas no comando da economia. Citou Simone Tebet (Planejamento), presente na cerimônia, Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio) e Esther Dweck (Gestão).

Criticou o “fla-flu” entre os que defendem mais estado e os que defendem mais setor privado, dizendo que é possível fazer parceria entre os dois setores.

Fonte: O Globo

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