"Estamos aqui para consignar o fundamental. Em primeiro lugar, as medidas de responsabilização já adotadas - as que foram adotadas hoje e que vão ser adotadas a partir de amanhã -- vão prosseguir", afirmou Dino.
"Ninguém, absolutamente ninguém com atos de violência vai fazer cessar a providência de responsabilização. Isso todos podem ficar tranquilos. Com serenidade, com prudência, com tranquilidade, nos termos da lei. Todas as pessoas serão responsabilizadas", continuou.
O ex-governador maranhense disse ainda que a segurança de Lula não foi ameaçada em nenhum momento. “O presidente cumpriu todas as suas agendas, foi diplomado, e retornou em segurança para o hotel onde está tranquilo, sereno, descansando, e lá permanecerá”, disse Passos.
O secretário de Segurança do Distrito Federal, Júlio Danilo, ao lado de Dino na entrevista, afirmou que o DF não vai tolerar vandalismo e vai punir os culpados.
"A gente não vai tolerar. Aquelas pessoas que venham a ser identificadas serão responsabilizadas. A gente vai trabalhar, esse trabalho de identificar, foram feitas imagens, tem como a gente identificar", declarou o secretário.
"O primeiro ato terrorista aconteceu à tarde quando o Palácio do Alvorada foi ocupado sob autorização do atual presidente (...) inclusive com a atual primeira-dama, a senhora Michelle Bolsonaro, distribuindo quentinhas para aqueles que estavam ocupando o Palácio da Alvorada", criticou.
Assista ao vídeo:
Ataques à sede da PF
Manifestantes bolsonaristas antidemocráticos atacaram, na noite desta segunda-feira (12), a sede da Polícia Federal em Brasília em protesto contra a prisão do cacique Sererê Xavante, um dos lideres dos protestos golpistas no Distrito Federal.
José Acácio Sererê Xavante teve a prisão temporária decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) , por crimes de ameaça, perseguição e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Vídeos publicados nas redes sociais mostram bolsonaristas em atos violentos contra a PF e contra o patrimônio público.
Edição: Rodrigo Chagas
Fonte: Brasil de Fato
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