Ele também não citou os 665 mil mortos pela doença no país. O Brasil tem o segundo maior número de mortes do mundo desde o começo da pandemia.
A ida de Queiroga ao evento tem por objetivo tentar desfazer a imagem de negacionista que pesa sobre os ombros de Bolsonaro diante do mundo.
A OMS utiliza o encontro para destacar que a pandemia não terminou. Os números da doença voltaram a crescer em 70 países. "A crise está longe de terminar", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, minutos antes da fala de Queiroga.
"Desde o começo, o governo Bolsonaro trabalhou para preservar vidas, equilibrando justiça social e saúde", alegou o ministro.
O brasileiro também omitiu a campanha de Bolsonaro contra as vacinas, dizendo apenas que o país adquiriu 650 milhões de vacinas e que mais de 80% da população completaram vacinação.
Fonte: Brasil247
Mín. 19° Máx. 31°