Domingo, 05 de Julho de 2026
19°C 27°C
Alagoinhas, BA
Publicidade

Bolsonaro convoca reunião com Petrobras e diz que paridade no petróleo 'não pode continuar'

Bolsonaro convoca reunião com Petrobras e diz que paridade no petróleo 'não pode continuar'

07/03/2022 às 17h28 Atualizada em 07/03/2022 às 20h28
Por: Redação
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Presidente afirmou que atrelamento ao preço mundial é 'grande problema', que buscará 'solução'

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que haverá nesta segunda-feira uma reunião com os ministros da Economia e da Minas e Energia e a Petrobras para tratar do preços dos combustíveis, que já estavam em alta e agora estão sob pressão ainda maior com a guerra na Ucrânia.

Até o momento, no entanto, não consta da agenda nenhuma reunião do presidente com os ministros da área. Integrantes da equipe econômica, contudo, afirmam que nesta segunda-feira deverá ocorrer uma reunião dos técnicos dos ministérios na Casa Civil e o encontro dos ministros com o presidente deve ficar para a terça-feira, mas oficialmente nada disso está confirmado.

Bolsonaro ainda afirmou que a paridade internacional do preço do petróleo é resultado de uma "legislação errada" e "não pode continuar acontecendo". Diante do aumento no preço do barril do petróleo, Bolsonaro afirmou que não pode repassar inteiramente esse reajuste para o preço do combustível.

— Tem uma legislação errada feita lá atrás, que você tem a paridade com o preço internacional. Ou seja, o que é tirado do petróleo, leva-se em conta o preço fora do Brasil. Isso não pode continuar acontecendo. Estamos vendo isso aí, sem ter nenhum sobressalto no mercado — disse Bolsonaro, em entrevista à rádio Folha, de Roraima.

O presidente disse que a paridade é o "grande problema" e que uma "solução" será buscada "de forma "bastante responsável":

— Leis feitas erradamente lá atrás atrelaram o preço do barril produzido aqui e o preço lá de fora. Esse é o grande problema, nós vamos buscar solução para isso de forma bastante responsável.

O barril de petróleo do tipo brent chegou a US$ 139 na madrugada desta segunda-feira, maior cotação desde o recorde de US$ 147,50 de julho de 2008. O aumento ocorre diante do temor de uma escalada nas sanções ocidentais à Rússia pela invasão da Ucrânia.

Bolsonaro disse ainda que "não é admissível" repassar esse aumento para os consumidores:

— Isso que está acontecendo, esse preço altíssimo do petróleo, algo anormal, atípico, que o governo federal, nós, juntamente com a Economia agora à tarde, Ministério de Minas e Energia e a própria Petrobras vamos buscar uma alternativa. Porque, se você for repassar isso tudo para o preço dos combustíveis, você tem que dar aumento em torno de 50% nos combustíveis. Não é admissível.

De acordo com o presidente, "a população não aguenta uma alta com esse percentual aqui no Brasil".

Fonte: O Globo

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Alagoinhas, BA
24°
Tempo nublado

Mín. 19° Máx. 27°

25° Sensação
2.27km/h Vento
79% Umidade
83% (1.9mm) Chance de chuva
05h55 Nascer do sol
17h21 Pôr do sol
Seg 28° 17°
Ter 29° 16°
Qua 30° 17°
Qui 29° 17°
Sex 29° 17°
Atualizado às 13h01
Economia
Dólar
R$ 5,17 +0,00%
Euro
R$ 5,91 +0,00%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 342,756,74 +0,01%
Ibovespa
174,070,27 pts 0.74%
Lenium - Criar site de notícias