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Clicar e comprar, é só começar

Clicar e comprar, é só começar

23/10/2021 às 12h08 Atualizada em 23/10/2021 às 15h08
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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Confinados em casa por causa da pandemia, os brasileiros entraram com tudo no mercado de compras online, tendência global. É o que mostram os relatórios Nielsen Webshoppers e NeoTrust, ambos sobre o e-commerce no Brasil.

No período pandêmico, o faturamento de negócios na internet dobrou: os R$ 26,4 bilhões em compras online no primeiro semestre de 2019 pularam para R$ 53,4 bilhões no primeiro semestre deste ano. Houve recorde de novos compradores – 7,3 milhões de pessoas fizeram compras on line pela primeira vez, o equivalente à população do estado de Goiás. Pela internet se adquire de tudo – mas o que os brasileiros mais compraram foram os produtos de moda.

As vendas online de livros dobraram de março de 2020 a março de 2021, em relação aos doze meses anteriores. O =igualdades desta semana faz um raio X do mercado digital do país.

Os gastos dos brasileiros com e-commerces aumentou: no primeiro semestre de 2019, foram R$ 26,4 bilhões faturados pelo mercado digital brasileiro. No mesmo período de 2021, o valor chegou a R$ 53,4 bilhões, ou seja, mais que o dobro de dois anos antes.

Não é incomum encontrar pessoas com receio de realizar compras virtuais, mas, durante a pandemia, o número de estreantes no mercado digital bateu o recorde e igualou à população do estado de Goiás. Foram 7,3 milhões de pessoas comprando artigos através da internet pela primeira vez.

As mulheres realizam mais compras online, representando 58,1% dos consumidores. No entanto, os homens, que representam 41,9%, compram coisas mais caras – o gasto médio feminino é de R$ 383, enquanto o masculino é R$ 538.

Os brasileiros gostam de economizar com o frete, mas a proporção de compras sem frete ainda é a mesmo que de compras com entrega paga. A cada cem compras online realizadas no Brasil, 50 têm frete grátis. Em 2020, eram apenas 39 a cada cem.

O Sudeste é a região que mais contribui para o faturamento do mercado digital no Brasil, sendo responsável por cerca de 51% no valor apurado no primeiro semestre de 2021. Quando somados, os faturamentos das outras regiões representam menos que o do Sudeste, 49%.

Os brasileiros parecem ter lido mais na pandemia, pelo menos é o que os dados de vendas de livros online indicam – as vendas dobraram no período de confinamento, de março de 2020 a março de 2021, o aumento foi de 97% com relação ao ano anterior.

Os artigos mais vendidos no e-commerce brasileiro durante o período pandêmico, num ranking de cinco categorias, foram os de moda e acessórios que, a cada cem compras, representavam 19.

 

Fontes: Nielsen Webshoppers e NeoTrust.

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