
A resposta aos ataques do presidente às urnas eletrônicas e as ameaças às eleições acabaram na abertura de inquérito administrativo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na inclusão do nome do mandatário no inquérito das fake news, do STF.
Gilmar vinha defendendo que ele fosse alvo de ação na corte eleitoral e chegou a falar sobre a iniciativa diretamente com Barroso.
O presidente do TSE resistiu à ideia, mas foi convencido com a escalada dos ataques.
Outros ministros do STF afirmam que o inquérito administrativo tem pouco efeito prático ou pouca probabilidade de torná-lo inelegível, mas “cria um clima de responsabilização”.
Fonte: DCM - Diário do Centro do Mundo
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