O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, será tratado como cúmplice de Jair Bolsonaro no genocídio e nas ameaças golpistas. Lira aparecerá em faixas e cartazes.
Ele é criticado por, entre outros motivos, não dar andamento a mais de 100 pedidos de impeachment, informa o Painel da Folha de S. Paulo.
"A ameaça do ministro Braga Netto de que não haverá eleição em 2022 caso não seja aprovado o voto impresso, somada ao anúncio de Ciro Nogueira para a Casa Civil, estimulou a marcação de protestos", diz Raimundo Bomfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares.
Fonte: Brasil 247
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