A cúpula da CPI da Covid avança sobre uma investigação que preocupa o Palácio do Planalto: a identificação e responsabilização de aliados de Jair Bolsonaro que disseminaram notícias falsas na pandemia.
Essas fake news foram responsáveis pelo desestímulo ao uso de máscara e incentivaram o tratamento com medicamentos ineficazes, como a cloroquina.
Até agora, oito pessoas próximas a Bolsonaro e ao seu entorno tiveram os sigilos telefônico e telemático quebrados pela comissão. Além disso, a CPI requisitou às empresas responsáveis por redes sociais o conteúdo já publicado nas contas ligadas ao grupo, para evitar que provas sejam apagadas.
De posse dessas informações, a CPI da Covid pretende mapear quem está por trás da propagação de notícias falsas e qual a relação dos suspeitos com o governo. O principal alvo é o gabinete do ódio, grupo ligado a Jair Bolsonaro e ao seu filho Carlos, vereador do Rio de Janeiro pelo Republicanos e apontado como o responsável informal pela comunicação digital do governo, informa O Globo.
Fonte: Brasil 247
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