Com o nome artístico Luana Mariana, ela cantava, tocava piano e apresentava músicas em inglês.
A médica infectologista Luana Araújo, que foi convidada para integrar a equipe de Marcelo Queiroga no Ministério da Saúde e saiu dez dias depois por ter uma visão crítica da cloroquina, remédio ineficaz e perigoso prescrito por Jair Bolsonaro aos brasileiros, já foi cantora e chegou a gravar o álbum "The Lioness", a Leoa.
A informação foi publicada pela colunista Hildegard Angel. Ontem, Luana brilhou na CPI da Covid ao contestar o terraplanismo do governo federal.
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