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China publica relatório sobre o Tibet mostrando mentiras sobre "direitos humanos"

China publica relatório sobre o Tibet mostrando mentiras sobre "direitos humanos"

25/05/2021 às 11h36 Atualizada em 25/05/2021 às 14h36
Por: Redação
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(Foto: Xinhua)
(Foto: Xinhua)

O governo chinês publicou na sexta-feira (21) um livro branco sobre a "Libertação Pacífica e Desenvolvimento Próspero do Tibete".

O livro branco sobre a "Libertação Pacífica e Desenvolvimento Próspero do Tibete", publicado na última sexta-feira (21) pelo governo chinês descreve de forma abrangente os resultados do desenvolvimento do Tibete nos últimos 70 anos desde a libertação pacífica. O livro branco contém material histórico informativo e dados que dissipam as mentiras sobre "direitos humanos" espalhadas pelas forças ocidentais anti-China, deixando o mundo conhecer um Tibete real e tridimencional.

Os dados são o melhor espelho: o produto regional bruto do Tibete era de apenas 129 milhões de yuans em 1951, em 2020, o número superou 190 bilhões de yuans. A expectativa de vida também aumentou de 35,5 anos em 1951 para 71,1 anos em 2019.

Ao mesmo tempo, a cultura tradicional do Tibete e a liberdade de crença religiosa foram totalmente protegidas e desenvolvidas. A língua e a escrita tibetana são a primeira língua e escrita das minorias étnicas chinesas a ter padrões internacionais. Hoje, no Tibete, não apenas a economia, a vida das pessoas, a infraestrutura e o nível de educação melhoraram significativamente, e as atividades culturais e religiosas também são protegidas e respeitadas.

O bem-estar do povo é o direito humano mais importante. De acordo com o livro branco, antes da libertação pacífica, mais de 90 por cento da população do Tibete não tinha casa própria. Em 2020, o espaço per capita dos agricultores e pastores tibetanos atingiu 41,46 metros quadrados e o espaço per capita dos moradores da cidade, 33,4 metros quadrados, o que significa um aumento significativo no índice de felicidade. No final de 2019, o Tibete eliminou historicamente o problema da pobreza absoluta.

Dada essa realidade, por que as forças ocidentais anti-China ainda criticam a situação dos direitos humanos no Tibete? Na verdade, a questão tibetana não é uma questão étnica ou religiosa, nem uma questão de direitos humanos, mas uma importante questão de princípio que afeta a soberania e integridade territorial da China. Por muito tempo, as forças ocidentais anti-China têm interferido nos assuntos do Tibete, tentando desestabilizar a sociedade tibetana com o objetivo de criar uma "questão do Tibete" e transformá-la em um instrumento para conter a China.

Ao longo dos 70 anos de desenvolvimento no Tibete, conforme mostrado no livro branco, é fácil para quem está de fora perceber que a estratégia certa do governo chinês trouxe às pessoas do planalto o caminho certo para a prosperidade e o desenvolvimento.

 

Fonte: Brasil 247

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