
A existência de um gabinete paralelo, que promoveu cloroquina e atacou a vacina, foi comprovado pelo depoimento do principal executivo da Pfizer na CPI da Pandemia. "Ontem, o representante da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, negou qualquer pedido de propina (ou pixulé), mas confirmou nove tentativas frustradas de negociar vacinas, a partir de agosto de 2020. Também contou que Wajngarten, o vereador Carlos Bolsonaro e o assessor internacional, Filipe Martins (o do sinal de supremacistas brancos no Senado) participaram de pelo menos uma reunião com a empresa. Isso reforça a existência de um 'gabinete das sombras', ou 'das trevas', na pandemia", diz a jornalista Eliane Cantanhêde, em sua coluna.
"Está cada dia mais claro o papel de Bolsonaro para a situação do País. Já seria inadmissível ele trabalhar contra uma vacina, mas ele trabalha contra duas. Tanto desdenhou da Pfizer quanto boicotou, e ainda boicota, a Coronavac. Uma poderia ter chegado a partir de dezembro e só pinga agora. A outra está sendo suspensa, depois de Bolsonaro atacar a China mais uma vez", lembra a jornalista.
Via - Brasil247
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