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Via Varejo muda de nome e adquire uma fintech para expandir negócios

Via Varejo muda de nome e adquire uma fintech para expandir negócios

26/04/2021 às 15h37 Atualizada em 26/04/2021 às 18h37
Por: Redação
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"Vamos buscar inovação o tempo todo", disse o CEO da Via, Roberto Fulcherberguer (Germando Luders/Exame)

Via Varejo anunciou que mudou sua marca e agora passará a se chamar somente Via, com o intuito de ir além do varejo, o que se traduziu em mudanças no logo, cores e num novo posicionamento "que reforça a estratégia da empresa se ser conhecida como a melhor Via de compras", disse a empresa em comunicado.

"Já estamos olhando para o futuro. A Via de hoje não é a mesma de ontem e também não será a Via de amanhã. Vamos buscar inovação o tempo todo. Esses movimentos pelos quais estamos passando na companhia reforçam todo esse comprometimento e trabalho", disse o CEO da Via, Roberto Fulcherberguer.

A empresa ressalta que os resultados apresentados em março já mostram que a companhia não é mais uma empresa de varejo, mas uma empresa que tem "unificado barreiras físicas e digitais das lojas, sites e apps, se associando a startups que deram mais velocidade ao sistema logístico e tecnológico", acelerando a entrada de novos vendedores diariamente.

Plataforma de pagamentos

A Via Varejo - agora Via - também informou que sua controlada Lake Niassa Empreendimentos e Participações adquiriu 100% das cotas de emissão da Celer Processamento Comércio e Serviço, plataforma proprietária de soluções de pagamentos. O valor da aquisição não foi informado.

A fintech oferece um pacote de "Bank-as-aService"(BaaS), permitindo que outras fintechs disponibilizem a seus clientes uma conta digital integrada a serviços de pagamentos, compreendendo alternativas de cash-in e cash-out, emissão e processamento de cartões, gestão de cobrança e transferências, incluindo ao tradicional portfólio o PIX.

Atualmente, a Celer conta com aproximadamente 200 fintechs integradas, que oferecem aos seus clientes, além de soluções próprias, soluções de adquirência e conta digital para mais de 24 mil estabelecimentos comerciais cadastrados.

Segundo comunicado da Via, a conclusão da operação e integração com a Celer permitirá a companhia ampliar os serviços financeiros disponibilizados aos vendedores do seu marketplace, tais como adquirência e gateway para vendas físicas e online, ampliação conta digital banQi completa e integrada ao PIX, plataforma de antecipação dos recebíveis e também uma gestão completa da agenda financeira, além de viabilizar a jornada omnicanal da companhia, facilitando a interação financeira entre o vendedor do marketplace e as lojas físicas da companhia, e parcerias com players relevantes do mercado para a concepção de mais inovações no setor.

A consumação da operação está sujeita ao cumprimento de condições previstas nos documentos definitivos, bem como a aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Nova identidade

Outra mudança recente foi o rebatismo do Pontofrio, que passou a chamar Ponto :>, apostando pela imagem mais descontraída e divertida, de acordo com o anúncio da própria empresa. Como aconteceu com a Via, mudaram o logotipo e toda a identidade visual. Além disso, as 160 lojas da marca foram redecoradas.

“Uma marca com 75 anos, querida pelos clientes, extremamente reconhecida e valorizada, pioneira nas redes sociais e que sempre transmitiu inovação. Demos um grande salto, a marca ficou mais jovem, mais moderna e inovadora”, afirma Ilca Sierra, diretora de marketing e marca da Via, em comunicado aos investidores.

Com destaque para a figura do pinguim, tradicional símbolo desde o Pontofrio, o batismo marca uma nova fase para a rede varejista com foco no digital. Não a toa, Roberto Fulcherberguer, presidente da Via, já tinha revelado em entrevista exclusiva à EXAME IN os planos de o grupo formar o maior marketplace do país.

“O potencial de crescimento ainda é enorme. Se pensarmos, antes da pandemia, a população brasileira que comprava pela internet era entre 6% e 7%. Com a digitalização após o lockdown, esse percentual pode ter alcançado 12%. Mas ainda existe 88% da população fora do mercado online”, afirmou o executivo.

Fonte: Exame

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