
A semana começou com um ataque ao candidato Radiovaldo Costa e seu vice-prefeito, João Henrique, quando faziam uma segunda visita ao Conjunto Residencial Nulce Pereira.
"Em uma ação claramente encomendada por um dos nossos adversários, um pequeno grupo de pessoas tentou impedir a livre manifestação política, mas não deu certo. Nossa caminhada incomoda porque o povo está do nosso lado. Não iremos adotar discursos de ódio e nem ações de violência. Vamos conversar com o povo, ouvir a nossa gente e governar pra quem mais precisa", avaliou o candidato da Coligação “Juntos, Vamos Fazer Diferente”.
A indignação que tomou conta da cidade ainda não tinha arrefecido, e já na manhã de hoje outros fatos vergonhosos vinham à tona. Logo cedo, recebemos de um leitor a foto e a informação de que uma operação de busca e apreensão estava ocorrendo no escritório político da candidatura Paulo Cezar, realizada pela Justiça Eleitoral, com apoio da Polícia Militar e a aquiescência do Ministério Público Eleitoral. Entramos em contato com Luciano Almeida, presidente do DEM e candidato à reeleição para a Câmara Municipal, pedindo esclarecimentos. Ao retornar a ligação, ele confirmou a ocorrência e atribuiu, porque foi essa a informação que recebeu, de que a investigação foi motivada por denúncia feita pelo candidato à reeleição para a prefeitura, Joaquim Neto. Posteriormente isso foi corrigido pelo próprio Luciano.
O site Alagoinhas Hoje discorreu, detalhadamente, sobre os fatos que motivaram o mandado de busca e apreensão, descritos a partir de vídeo gravado na semana anterior, no local hoje investigado. O candidato que já vinha sendo reprovado pela sociedade por conta da evasão aos debates e denúncias de corrupção, se viu envolvido em uma situação crítica, onde diversos crimes foram cometidos, considerando-se o que nos mostra o supra mencionado vídeo.
Segundo publicação no site Bahia Hoje News, uma fonte teria informado ao editor que foram encontradas no local, além de certa quantia, planilhas com dezenas de nomes e os respectivos valores. O processo segue sob segredo de justiça, mas não é difícil imaginar que a coligação, além de outras pessoas envolvidas, enfrentará uma série de ações judiciais por conta da operação de busca e apreensão.
Mas não pararam por aí. Na sequência, publicaram na selva do WhatsApp um texto mal escrito e calunioso atribuindo-o ao editor do site Alagoinhas Hoje. Nós, do Sua Cidade em Revista, repudiamos a publicação mentirosa e ofensiva sobre os moradores do Residencial Nulce Pereira, assim como a utilização da assinatura de Maurílio Fontes. Trata-se de mais uma manifestação reveladora de como têm sido sistemáticos os atos com característica de campanha política suja e destrutiva.
A população de Alagoinhas merece um ambiente de respeito a todos, livre de atos inescrupulosos. Desejamos que o eleitor, no dia 15 de novembro, pense bem qual é o futuro que quer para nossa cidade.
A terça-feira fechou com a Resolução 38.2020 do TRE proibindo eventos políticos presenciais e, consequentemente, engessando as campanhas. Todas essas ocorrências deram uma sacudida na disputa eleitoral que deverá sofrer mudanças significativas nos próximos dias.
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