
Espanha vive desde domingo (25) sob novo Estado de Alerta, três deles declarados ao longo deste ano excepcional. A medida visa dar cobertura jurídica às crescentes medidas e restrições aprovadas pelas comunidades autônomas. Muitos deles estão em conflito com os direitos fundamentais dos espanhóis. Governo e autonomias entenderam que, depois de quatro meses de leis orgânicas, exigem Estado de Alarme.
Seis meses. Um semestre sem precedentes na história democrática do país. A oposição quer reduzi-lo para dois meses e essa preocupação com a generosa prorrogação é compartilhada por outros constitucionais.
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