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Flávio Bolsonaro alega falta de disponibilidade para comparecer à acareação

Flávio Bolsonaro alega falta de disponibilidade para comparecer à acareação

20/08/2020 às 20h19 Atualizada em 20/08/2020 às 23h19
Por: Redação
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O senador é investigado por suposta interferência na Polícia Federal (PF) por vazamento da Operação Furna da Onça.

Apesar da suspeita de interferência na Polícia Federal (PF) por vazamento da Operação Furna da Onça, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) informou que não poderá comparecer à acareação – confronto de versões na Justiça – com o empresário Paulo Marinho – autor da denúncia – por falta de disponibilidade na agenda.

A sessão estava agendada para o dia 21 de setembro – daqui a mais de um mês – data sugerida pelo Ministério Público Federal (MPF).

Segundo a defesa, o agendamento de uma nova data será avaliado, caso o convite ou intimação chegue formalmente ao senador via MPF. O objetivo da acareação será os investigados comentarem as suspeitas vazamento de informações da Operação realizada em novembro de 2018. O empresário acusou publicamente Flávio de ter sido informado com antecedência sobre a investigação. Porém, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nega.

No mês passado, Marinho alfinetou Flávio e disse que estava à disposição do MPF, bastando apenas marcar hora, data e local da sessão. “Reafirmo tudo que relatei nos meus três depoimentos. Já o senador assumiu que esteve na minha casa na reunião do dia 13/12/18, mas não soube de nada. Francamente, senador!”, escreveu, pelas redes sociais.

A Operação da qual Flávio supostamente teve acesso antecipado tinha como principal alvo seu ex-assessor parlamentar, Fabrício Queiroz, acusado de desviar dinheiro enquanto trabalhava com o agora senador na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Com a denúncia do empresário, Flávio disse que a acusação é uma “invenção de alguém desesperado e sem votos”. Marinho concorre como pré-candidato à prefeitura da capital fluminense, além de ser presidente do PSDB no estado.

O suplente já prestou três depoimentos à PF e ao MPF, e Flávio também compareceu à oitiva no Ministério. O senador confessou ter pedido e realizado uma reunião com Marinho em dezembro de 2018, mas negou o vazamento de informações sobre a Operação Furna da Onça. Marinho é seu ex-aliado e suplente da sua vaga no Senado.

Paulo Marinho também foi um dos principais apoiadores da candidatura de Jair Bolsonaro (sem partido) à presidência em 2018. Na ocasião, ele chegou a emprestar um imóvel para ser usado durante o período eleitoral, com a gravação de programas eleitorais e para conceder entrevistas.

 

Fonte: Metrópoles

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