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Messer, o doleiro dos doleiros, ficará com R$ 3 milhões e apto no Leblon

Messer, o doleiro dos doleiros, ficará com R$ 3 milhões e apto no Leblon

14/08/2020 às 11h28 Atualizada em 14/08/2020 às 14h28
Por: Redação
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Doleiro Dario Messer
Doleiro Dario Messer

No acordo feito com a Lava Jato do Rio de Janeiro, ele terá direito a este patrimônio, após renunciar a cerca de R$ 1 bilhão que tinha em bens e imóveis.

O doleiro Dario Messer, conhecido como "doleiro dos doleiros", não sairá pobre da sua delação premiada, negociada com a Lava Jato do Rio de Janeiro, capitaneada pelo juiz Marcelo Bretas. "Ao assinar o maior acordo de delação da Justiça brasileira, o doleiro Dario Messer renunciou a um patrimônio de R$ 1 bilhão. A negociação prevê que Messer vai ficar com um apartamento de 75 metros quadrados no Leblon, na Zona Sul do Rio, e com R$ 3 milhões", aponta reportagem de Juliana Castro, no jornal O Globo. Messer denunciou o procurador Januário Paludo, da Lava Jato paranaense, mas a acusação não foi considerada pelo MPF. Saiba mais sobre o caso:

O doleiro Dario Messer, conhecido como “o doleiro dos doleiros”, delatou o ex-procurador da Lava Jato de Curitiba Januário Paludo com detalhes de um esquema de pagamento de propina ao servidor do Ministério Público Federal, informou a CNN Brasil. A denúncia foi descartada pela Procuradoria Geral da República.

O documento com a denúncia foi entregue por Messer ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que avaliou não ter competência legal para investigar o procurador. A acusação foi então encaminhada à Procuradoria Geral da República, em Brasília, que acabou arquivando a acusação. A denúncia, portanto, acabou não entrando no acordo final de delação premiada do doleiro.

Januário Paludo atuou como testemunha de defesa de Dario Messer, em Ação Penal do Ministério Público Federal, no dia 3 de fevereiro de 2011. No seu depoimento, o então procurador alegou que não foi identificado nenhum envolvimento do doleiro Messer com as contas da Banestado - caso em que o nome do doleiro foi mencionado 276 vezes e no qual é apontado como o cabeça central do esquema.

Em novembro de 2019, foi divulgada uma conversa interceptada pela Polícia Federal, entre Messer e sua namorada, em que ele revelava pagamento mensal de propina a Januário Paludo. A propina, segundo o doleiro, seria para evitar que ele fosse investigado.

Januário Paludo é um dos mais antigos integrantes da força-tarefa da Lava Jato e também um dos mais experientes. Conversas vazadas do aplicativo Telegram pela Vaza Jato demonstraram que ele também exercia influência sobre os colegas. Demonstração disso é o nome de um dos grupos dos procuradores: “filhos de Januário”.

 

Fonte: Brasil 247

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