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Cooxia Coletivo Teatral

Cooxia Coletivo Teatral

18/12/2019 às 16h06 Atualizada em 18/12/2019 às 19h06
Por: Redação
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Ingressos à venda para nova temporada d'O Jabuti e a Sabedoria do Mundo, no Gamboa Nova

Serviço:

Quando: 11, 18 e 25 de janeiro, às 16 h – aos sábados

Local: Teatro Gamboa Nova - Rua Gamboa de Cima, Largo dos Aflitos, 3

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Venda: https://www.sympla.com.br/urlAlias/render?alias=cooxiacoletivoteatral

O quinteto de Jabutis volta aos palcos soteropolitanos com espetáculo O Jabuti e A Sabedoria do Mundo, desta vez no Teatro Gamboa Nova. O infanto-juvenil dirigido por Guilherme Hunder, que teve todas as sessões cheias na primeira temporada, chega a sua segunda com apresentações dias 11, 18 e 25 de janeiro, às 16 h – sábado.

Na história, o quinteto de jabutis-griôs-brasileiros reúne-se aos fins de tarde na sombra do pé de Irôko, da árvore sagrada, para contarem histórias de África, lendas passadas de geração em geração, vividas por seus antepassados em um tempo antes do nosso, um tempo ancestral. Assim, retomam a tradição griô, sábios africanos contadores de histórias, para narrar três fábulas.

No primeiro conto, Ossain, conhecedor do poder das folhas, detentor de todos os segredos, recebido do próprio Olodumaré, descobre que Xangô quer tomar seu poder e esconde as folhas numa cabaça colocando-a no topo do Iróko. Ao saber dos planos de Ossain, Xangô pede a Iansã que assopre uma grande ventania e derrube a cabaça. Antes que as folhas caíssem no chão todos os orixás pegam uma delas. É assim que cada orixá se torna dono de ewê (folha) – Omolú pegou canela de velho; Ogum os ramos de abre caminho; Xangô as folhas de Acocô. Este é o enredo do conto Ossain e o Poder das Ervas.

Olulu Ofu Ogê, ou seja, “Era uma vez" O Jabuti e a Sabedoria do Mundo – título homônimo da obra, um sábio e respeitado Jabuti que ao viajar pelos reinos do continente africano vai roubando e levando consigo a sabedoria e histórias dos lugares por onde esteve. Acreditava que, com toda a Sabedoria, deteria poder, respeito e dinheiro. Depois de roubar a sabedoria de vários reinos, dentre eles estão Oiô, Keto, Ifê, Oshobô, etc, coloca o saco de toda onde ta guardada toda sabedoria no topo da árvore sagrada, o Iróko. Mais adiante, percebe que a sabedoria é “Como o vento, sopra com força ... ninguém jamais conseguiu segurá-la".

Por último, O Caçador Serpente, conta a história de um ancião caçador que em África consegue uma porção – dada por uma feiticeira – que lhe transforma em uma enorme serpente, lhe permitindo caçar como na sua juventude. Certo dia, ao sentirem a ausência do pai, um dos filhos descobre a porção e raivosamente a derruba. Ao retornar para casa, o caçador não encontra mais o liquido mágico e torna-se uma serpente para sempre, sendo jamais reconhecido pelos filhos.

No palco, Genário Neto, Igor Nascimento, Johsi Varjão, Larissa Libório e Nitorê Akadã se revezam interpretando os jabutis griôs, contadores de histórias e as personagens dessas mágicas e engenhosas histórias – avô, avó, bisavô e tataravô, feiticeira, caçador-serpente, orixás. Os jabutis refletem características e ações humanas. As histórias contadas nos deixam uma reflexão quanto a nossa conduta e o nosso comportamento em sociedade.

Apesar de serem jabutis, as personagens não serão animalizadas, conceito poético proposto para o figurino. “No figurino que mistura estampas africanas, moda contemporânea e elementos tradicionais, teremos signos do Jabuti, uma deles é uma mochila – o casco -, um repositório que guarda elementos de cena e acumula a Sabedoria do Mundo”, antecipa Hunder. Já o cenário assinado por Zuarte Júnior, trará uma grande árvore, onde serão vividas e contadas as histórias ancestrais.

A dramaturgia é organizada por Guilherme Hunder. É uma adaptação de contos que estão nas obras O Jabuti e a Sabedoria do Mundo, de Vilma Maria, Lendas Africanas dos Orixás, de Pierre Verger, e As Aventuras de Torty – A Tartaruga, de Sunny. Hunder tem no currículo os espetáculos Avesso, ECA! Quanta Sujeira, O Barão nas Árvores, O Mundo das Minhas Palavras e Paco e O Tempo, ambos foram indicados ao Prêmio Braskem de Teatro, na categoria melhor espetáculo infanto-juvenil.

FICHA TÉCNICA:

Texto – Adaptação de Guilherme Hunder

Encenação e figurinos – Guilherme Hunder

Assistentes de Encenação – Letícia Aranha e Lucas Oliveira

Elenco – Larissa Libório, Joshy Varjão, Nitorê Akadã, Igor Nascimento, Genário Neto e Sidnaldo Lopes

Canções originais – Ray Gouveia e Felipe Pires

Direção Musical – Felipe Pires

Cenário – Zuarte Jr.

Iluminação – Alison de Sá

Maquiagem – Leonardo Teles

Programação Visual – Diego Moreno

Direção de produção – Guilherme Hunder

Produção Executiva – Sidnaldo Lopes, Larissa Libório e Merinha Paixão

Assistente de Produção – Eric Lopes e Quercia Queiroz

Realização: Cooxia – Coletivo Teatral

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