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Cantor sertanejo Yuri Ramirez é executado a tiros em Campo Grande; Polícia Civil investiga ligação com o crime organizado

Artista de 47 anos foi morto dentro de casa enquanto cumpria pena em regime domiciliar; histórico criminal inclui tráfico de drogas, armas e estupro

01/09/2025 às 06h49
Por: Redação
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O artista havia deixado a prisão há menos de um mês e cumpria pena em regime domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução)
O artista havia deixado a prisão há menos de um mês e cumpria pena em regime domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução)

O cantor e compositor sertanejo Yuri Ramirez, de 47 anos, foi morto a tiros dentro de sua residência em Campo Grande (MS), na noite de sábado (30). O caso é tratado como execução pela Polícia Civil, que segue com as investigações. As informações são do portal Terra.

Ramirez, cujo nome de batismo era Iuri Gomes Oliveira Ramires, havia deixado a prisão há menos de um mês e cumpria pena em regime domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele estava morando na casa de uma mulher que o acolheu após a saída do sistema prisional, local invadido por criminosos que o executaram.

Carreira musical

Natural de Campo Grande, Yuri iniciou a carreira artística ainda na adolescência, no rock, mas migrou para o sertanejo por influência do pai. Em 2020, integrou uma dupla musical com apresentações em diversas cidades do país. Em 2023, seguiu carreira solo e lançou o single Boca Errada. No ano seguinte, apresentou a música Novo Engano.

Histórico criminal e crime organizado

Apesar da atuação no meio musical, Ramirez acumulava um extenso histórico criminal, com registros por estupro, tráfico de drogas e tráfico de armas. Em 2018, foi preso em Goiânia por uso de documento falso e identificado como integrante de uma facção criminosa, apontado como um dos principais fornecedores de drogas e armamentos da Região Noroeste da capital.

Conhecido pelo apelido de “Cowboy”, ele esteve foragido da Justiça de Mato Grosso do Sul por cinco meses. Segundo investigações, movimentava grandes remessas de drogas vindas do Paraguai, incluindo cerca de 800 quilos de maconha, além de negociar armas de grosso calibre, como pistolas e até um fuzil AK-47.

Em uma das prisões, chegou a se apresentar com documento falso em nome de Alexandre Nunes, reforçando o perfil de alto risco atribuído pelas autoridades.

Investigações em andamento

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul apura agora a autoria e motivação da execução, reforçando a hipótese de que o crime esteja relacionado aos conflitos do crime organizado na região.

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