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Antes tarde do que nunca: Bolsonaro vai à Argentina

Antes tarde do que nunca: Bolsonaro vai à Argentina

06/06/2019 às 15h18 Atualizada em 06/06/2019 às 18h18
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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No primeiro dia, presidente brasileiro se encontra com Mauricio Macri, parlamentares e empresários argentinos. Ministro Paulo Guedes disse esperar que acordo do Mercosul com a União Europeia seja fechado em até quatro semanas.

O presidente Jair Bolsonaro desembarcou na manhã desta quinta-feira (6) em Buenos Aires para sua primeira visita oficial à Argentina e se encontrou com Mauricio Macri na Casa Rosada.

Bolsonaro já esteve reunido com o presidente argentino em Brasília, em 16 de janeiro.

Na chegada da comitiva presidencial à sede do governo argentino, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que tem a expectativa de concluir em breve um acordo comercial do Mercosul com a União Europeia.

"O Mercosul ficou muitos anos em torno de uma ideologia obsoleta, em vez de uma integração econômica de uma economia moderna. O que nós estamos fazendo aqui é justamente aprofundando um acordo comercial. Estamos a duas ou três semanas de finalizar esses acordos comerciais. Estão andando há mais de oito, nove, dez anos, sem resultado. E juntos, nós e a Argentina, pretendemos fechar também em três, quatro semanas um acordo com a União Europeia", disse o ministro.

O acordo UE-Mercosul, que está em discussão há quase 20 anos, é o maior já assinado pelos europeus. As negociações, que pareciam estar prestes a se materializar nos últimos meses, colidiram com as divergências entre o Brasil e a UE, especialmente em termos de acesso de carne e açúcar aos países da UE e ao setor automotivo.

Reunião com empresários - Durante a tarde, Bolsonaro participará de uma cerimônia no fim de um seminário da indústria de defesa na embaixada do Brasil e, de lá, seguirá para um hotel próximo onde vai se encontrar com empresários argentinos.

As negociações sobre livre comércio na região devem ser o principal tema das conversas entre os dois líderes. Há a intenção de fechar um acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

A Argentina e o Brasil precisam chegar a um entendimento sobre quais alíquotas de importação de produtos que são comuns ao Mercosul devem ser revistas.

Governo brasileiro não quer a volta do kirchnerismo - Bolsonaro deu declarações sobre as eleições presidenciais que acontecem na Argentina em outubro. Ele já afirmou que não quer "uma outra Venezuela no continente", em uma referência à possibilidade de que Cristina Kirchner, que antecedeu Macri na Casa Rosada, volte ao poder.

Kirchner é candidata a vice em uma chapa liderada por Alberto Fernández. Em outubro acontece o primeiro turno das eleições no país. Macri tentará ser reeleito.

Em entrevista ao jornal argentino "La Nación", o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, deu declarações semelhantes.

Comitiva inclui Paulo Guedes - O ministro da Economia, Paulo Guedes, é um dos que acompanham o presidente na Argentina. Além dele, estão Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Tereza Cristina (Agricultura) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

 

Fonte: G1 Mundo

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