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O PT apoia críticas feitas por Lula ao Banco Central, porém, não se compromete com o arcabouço fiscal proposto por Haddad

O PT apoia críticas feitas por Lula ao Banco Central, porém, não se compromete com o arcabouço fiscal proposto por Haddad

11/04/2023 às 08h56 Atualizada em 11/04/2023 às 11h56
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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Diretório do partido disse que vai debater propostas do ministro da Fazenda, que também é petista, internamente e no Congresso Nacional

O diretório nacional do PT disse, por meio de nota divulgada nesta segunda-feira, que apoia os ataques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a política monetária do Banco Central e que irá debater as regras do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária.

A nota tem como objetivo fazer um balanço dos primeiros 100 dias do governo Lula, completados nesta segunda-feira.

“O povo brasileiro e os agentes econômicos, dentro e fora do país, conhecem o compromisso de nossos governos com a garantia da estabilidade, o combate à inflação e a saúde das contas públicas. Conhecem da mesma forma nosso compromisso com a urgência da retomada do crescimento econômico do país. É neste sentido que apoiamos a firme posição do presidente Lula contra a política monetária suicida imposta pela diretoria do Banco Central que vem do governo anterior”, afirma.

Na sequência, o diretório nacional do partido trata do arcabouço fiscal e da reforma tributária, as duas principais iniciativas do Ministério da Fazenda para este ano. O partido não diz que irá apoiar as duas propostas do ministro Fernando Haddad e informa que pretende debatê-las internamente e no Congresso.

 

Arcabouço fiscal: O que pensam os economistas?

“E é neste sentido que saudamos o fim da nefasta Lei do Teto de Gastos e nos preparamos para debater, no interior do partido, no Congresso e na sociedade, as propostas de novas regras fiscais e de reforma tributária, tão logo sejam completamente conhecidas, reafirmando que a prioridade da política econômica é o desenvolvimento, a reindustrialização e o crescimento com geração de empregos e oportunidades

Fonte: Exame

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