O movimento se posiciona contra a repressão às mulheres que existe no país. No Irã, há uma lei que determina que as mulheres devem usar o hijab, um tipo de véu islâmico que cobre a cabeça, o cabelo e o pescoço.
As mortes, incluindo manifestantes e policiais, aconteceram durante confrontos em diferentes regiões do país, como Tabriz, Qazvin e Mashhad, no nordeste, em Shiraz, no centro do país, e em Kermanshah e no Curdistão iraniano, no noroeste, conforme informações do g1.
A jovem, que morreu após ser presa pela polícia, é natural do Curdistão e estava de férias no nordeste do Irã com a família. Ainda de acordo com o site, ela foi repreendida e detida por policiais que disseram que a jovem não usava o véu corretamente.
O governo iraniano nega que as forças de segurança sejam responsáveis pelas mortes dos manifestantes. Segundo a imprensa local, as mortes ocorreram por tiros ou esfaqueamento.
Fonte: A Tarde
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