
As informações da secretaria dão conta de uma transmissão partindo do dono do animal, que teve o início dos sintomas no dia 3 de agosto. Já o cachorro apresentou sintomas, no dia 13, apresentando prurido, apresentando lesões em pápula, pústula e crostas localizadas em dorso e pescoço.
O animal está em isolamento e o dono foi orientado a adotar medidas sanitárias para a rotina de alimentação do pet e de higienização do local. O homem também está isolado, teve contato com outro humano, que, de acordo com a pasta, está assintomático.
Segundo o Estado, no Brasil não havia evidência documentada de transmissão da doença do ser humano para animais ou de animais para o ser humano. Existem dois relatos no mundo, nos EUA e França, em que a potencial transmissão de humano a animal está sendo estudada.
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