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Quase 70% dos casos de síndrome respiratória aguda grave são Covid-19, aponta boletim da Fiocruz

Quase 70% dos casos de síndrome respiratória aguda grave são Covid-19, aponta boletim da Fiocruz

10/06/2022 às 08h33 Atualizada em 10/06/2022 às 11h33
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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O novo Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (9), apontou que os casos de Covid-19 correspondem a 69% das ocorrências de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nas últimas quatro semanas epidemiológicas. O total de óbitos por vírus respiratórios também segue a mesma tendência: 92,22% foram em decorrência de Covid-19.

O documento reforça também a tendência de aumento dos casos. A análise referente à semana de 29 de maio a 4 de junho registrou 7,7 (6,9 – 8,6) mil casos de SRAG no país. "Em nível nacional, observa-se cenário claro de crescimento no número de casos semanais de SRAG associados á Covid-19 em todas as faixas da população adulta", aponta a Fiocruz.

Já nas faixas de 0 a 4 anos, os casos seguem fundamentalmente associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), embora também se observe presença de Covid-19, rinovírus e metapneumovírus.

Diante do contexto, a Fiocruz ressalta a importância da dose de reforço da vacina e do uso de máscaras.

"É fundamental que a população retome certas medida simples e eficazes como o uso de máscaras, especialmente no transporte público, seja ele coletivo ou individual - tais como ônibus, trem, metrô, barcas, táxis e aplicativos. E quem ainda não tomou a dose de reforço da vacina da Covid, é preciso tomar. A vacinação é simplesmente fundamental", alerta o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

Brasil no ranking de casos da OMS

 

Em um boletim divulgado nesta quarta-feira (8), a Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou que o Brasil registrou o quarto maior número de casos de Covid no mundo na semana de 30 de maio a 5 de junho, com um aumento de 36% em relação à semana anterior. O número de casos registrados no Brasil correspondem a 7,15% dos mais de 3 milhões vistos em todo o mundo no período.

O país só ficou atrás de Estados Unidos, China e Austrália. O quinto maior número foi visto na Alemanha.

O Brasil também figurou entre os que tiveram a maior quantidade de óbitos na semana: 652, conforme o levantamento da OMS – ficando atrás somente dos Estados Unidos e da China. A Rússia e a Itália também ficaram entre os 5 países com mais mortes:

Apesar das posições, o monitoramento do consórcio de veículos de imprensa apontou que o mês passado foi o mês menos letal da pandemia no Brasil.

Fonte: G1

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