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Desistência de Doria aumenta chance de Lula vencer no primeiro turno, diz analista da Quaest

Desistência de Doria aumenta chance de Lula vencer no primeiro turno, diz analista da Quaest

24/05/2022 às 07h01 Atualizada em 24/05/2022 às 10h01
Por: Redação
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Foto: Reprodução
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desistência de João Doria (PSDB), ex-governador de São Paulo, da corrida pela Presidência da República, nesta segunda-feira (23), pode beneficiar o pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, que fica mais perto de vencer no primeiro turno. A opinião é do cientista político e diretor da Quaest, Felipe Nunes. Segundo o analista, “politicamente, Lula aumenta as chances de vitória no primeiro turno, com o voto útil, pois o eleitor do Doria rejeita mais Bolsonaro (77%) do que Lula (62%)”.

“Numericamente – na opinião de Nunes – não tem mudança significativa, porque Doria sempre apareceu com pouco voto (3% a 5%). Mas Ciro tem o maior potencial entre esses eleitores (54%), Lula tem potencial de 36% e Bolsonaro de 19%. Tebet é muito desconhecida.” O candidato do PDT segue igualmente com poucas chances de almejar alguma coisa nesta eleição.

Outra perspectiva, de um ponto de vista simbólico, de acordo com Felipe Nunes, é que a chamada terceira via “aumenta as chances de organizar sua tropa para tentar viabilizar uma opção fora da polarização”, já que “a coordenação das elites é fundamental para que os eleitores possam tomar decisões eleitorais”. Ele acredita que, “até aqui, a terceira via mais atrapalhou do que ajudou o eleitor”.

O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, disse nesta segunda-feira, em reunião de dirigentes dos partidos que apoiam a pré-candidatura de Lula, que acredita que o ex-presidente possa vencer no primeiro turno, o que exige a ampliação das alianças. “Esse é o nosso principal papel: ampliar aliança e fazer com que o presidente Lula possa ser candidato não só de um partido, mas de uma frente bem ampla para que a gente possa ganhar as eleições em primeiro turno”, disse Paulinho.

A ameaça do Telegram

Na coletiva após o encontro, a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, falou da preocupação com o papel do aplicativo de mensagens Telegram nas eleições. Ela manifestou a intenção de conversar com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a situação. “Espero que as instituições tomem medidas firmes (sobre fake news). Queremos falar com o TSE sobre Telegram. Vão ter regras ou vai ser terra de ninguém? Vai poder falar o que quiser e como quiser?”, questionou.

“Porque tem um momento em que nós somos vítimas, mas depois as vítimas passam a ser as instituições, como estão sendo o TSE e o STF. Então eles também têm responsabilidade”, acrescentou.

Depois de ser bloqueado, em março, pelo Supremo Tribunal Federal, por ignorar o Judiciário brasileiro, o Telegram publicou uma mensagem se desculpando. O fundador da companhia, Pavel Durov, culpou “um problema entre nossos e-mails corporativos e a Suprema Corte brasileira”.

Fonte: Brasil de Fato

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