
A demissão do procurador Diogo Castor na noite desta segunda-feira (18) deve reforçar o discurso anti-lavajatista no Congresso.
A leitura por parte de parlamentares é a de que, se de um lado a decisão mostra que o Conselho Nacional do Ministério Público é capaz de dar duras penas a integrantes do Ministério Público Federal, de outro, expõe a ausência de medidas da corregedoria do MPF, ou seja, de controle interno, durante todo o período da Lava Jato e sobre outras investigações, informa o Painel da Folha de S. Paulo.
O CNMP é o conselho que está na mira da Câmara dos Deputados. Uma PEC em andamento tenta modificar sua composição, incluindo mais membros de fora do Ministério Público, com indicações do Congresso.
Fonte: Brasil 247
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