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Fiesp, que liderou campanha pelo golpe contra Dilma, articula manifesto por "harmonia entre os poderes"

Fiesp, que liderou campanha pelo golpe contra Dilma, articula manifesto por "harmonia entre os poderes"

30/08/2021 às 11h18 Atualizada em 30/08/2021 às 14h18
Por: Redação
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Paulo Skaf (Foto: FIESP)
Paulo Skaf (Foto: FIESP)

Entidade que ficou marcado por seus patos amarelos na campanha pelo golpe de estado de 2016 e ainda é comandada por Paulo Skaf já conta com o apoio mais de 200 associações.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que colocou patos amarelos nas ruas para liderar a campanha pelo golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff, processo que abriu espaço para a ascensão do fascismo, a destruição de direitos trabalhistas e o colapso institucional do Brasil,  pretende publicar nesta terça-feira um manifesto assinado por diversas associações e entidades empresariais pedindo gestos de pacificação entre os Poderes diante da escalada das ameaças de ruptura à feitas por presidente Jair Bolsonaro.

"A adesão da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ao manifesto capitaneado pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf, deve fazer com que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal deixem a entidade criada em 1967. Além da Febraban e da Fiesp, Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Instituto Brasileiro da Árvore (Ibá, da indústria de celulose e papel), Abinee (indústria elétrica e eletrônica), Fenabrave (distribuição de veículos), Fecomércio, Alshop (lojistas de Shopping), Sociedade Rural Brasileira e o IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) vão assinar o manifesto. Ao todo, mais de 200 associações empresariais devem aderir ao documento", informa o jornal O Globo.

"O texto do manifesto ainda está sendo revisado, mas a ideia geral é dar um recado curto e objetivo para os três Poderes: é preciso que cada lado faça 'gestos magnânimos' para distensionar o ambiente político e dissipar incertezas que podem prejudicar o processo de recuperação da economia brasileira", aponta ainda a reportagem. O texto não fará menção direta a Jair Bolsonaro.

 

Fonte: Brasil 247

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