Segunda, 04 de Maio de 2026
19°C 30°C
Alagoinhas, BA
Publicidade

Presidente da Anvisa pode ser ouvido na CPI da Covid sobre a vacina Sputnik V

Presidente da Anvisa pode ser ouvido na CPI da Covid sobre a vacina Sputnik V

28/04/2021 às 10h35 Atualizada em 28/04/2021 às 13h35
Por: Redação
Compartilhe:
Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa (Foto: Pedro França/Agência Senado)

Grupo de parlamentares independentes e de oposição da CPI quer que Antônio Barra Torres e as divergências entre a Anvisa, Sputnik V e governadores sejam levadas com "urgência" ao colegiado.

A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de não recomendar a importação excepcional e temporária da vacina russa Sputnik V nesta segunda-feira (26) pode colocar Antônio Barra Torres, presidente do órgão, na mira da CPI da Covid-19.

Segundo publicação do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, poucas horas depois da decisão da Anvisa, um grupo de parlamentares independentes e de oposição da CPI pediu que as divergências entre a Anvisa, Sputnik V e governadores sejam levadas com "urgência" ao colegiado.

"Assim, o grupo decidiu que a convocação de Barra Torres deve ir para o início da fila de autoridades a serem ouvidas", escreveu o colunista.

A convocação de Antônio Barra Torres tem como objetivo entender quais as dificuldades de aprovação do pedido. A análise dos diretores justificou o posicionamento alegando falta de dados e risco de doenças por falha em fabricação.

A vacina russa Sputnik V contra a Covid-19 foi o primeiro imunizante contra o novo coronavírus a ser registrado, ainda em agosto de 2020. De acordo com resultados de estudos clínicos publicados em fevereiro na revista médica The Lancet, a Sputnik V tem eficácia de 91,6%.

Até agora o imunizante já foi aprovado em 60 países, sendo a segunda vacina mais aprovada por órgãos sanitários no mundo. Diversos países sul-americanos já aprovaram o imunizante, incluindo México, Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai.

O vice-diretor de pesquisa científica do Centro Gamaleya, Denis Logunov, disse nesta terça-feira (27) que a declaração da Anvisa não corresponde à realidade. Segundo o vice-diretor, nenhum órgão de controle tem informação de que a vacina possui adenovírus replicante, e a Anvisa não solicitou protocolos de controle de qualidade consolidados.

"Ou seja, não houve nenhuma discussão sobre [...] conteúdo específico de partículas replicantes no medicamento. É importante dar atenção e dizer que a declaração que pelo menos eu vi na imprensa, com certeza, não tem nada a ver com a realidade", afirmou Logunov.

 

Fonte: Brasil 247

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Alagoinhas, BA
20°
Parcialmente nublado

Mín. 19° Máx. 30°

21° Sensação
1.39km/h Vento
96% Umidade
100% (4.06mm) Chance de chuva
05h40 Nascer do sol
17h19 Pôr do sol
Ter 31° 20°
Qua 26° 20°
Qui 24° 20°
Sex 26° 19°
Sáb 30° 20°
Atualizado às 01h01
Economia
Dólar
R$ 4,96 +0,00%
Euro
R$ 5,81 +0,00%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 422,375,13 +3,08%
Ibovespa
187,317,64 pts 1.39%
Lenium - Criar site de notícias