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Lewandowski libera áudios da Spoofing para ministros do STF

Lewandowski libera áudios da Spoofing para ministros do STF

13/04/2021 às 20h37 Atualizada em 13/04/2021 às 23h37
Por: Redação
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Ministro Ricardo Lewandowski autorizou compartilhamento das mensagens de procuradores da Lava Jato hackeadas por Walter Delgatti para os demais membros da Suprema Corte.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (12) que cópias das mensagens de procuradores da Lava Jato que constam na operação Spoofing sejam compartilhadas com os demais ministros do STF.

Lewandowski tomou a decisão ao deferir pedido do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ricardo Martins, que solicitou acesso às investigações, após a revelação de que Deltan Dallagnol e outros procuradores queriam investigar ilegalmente o patrimônio de ministros do STJ.

Lewandowski concede ao TCU acesso aos diálogos lavajatistas - O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, liberou o acesso do Tribunal de Contas da União às mensagens do então juiz Sergio Moro com os procuradores da auto apelidada operação "lava jato".

A decisão foi provocada por despacho desta quarta-feira (24/2) do ministro Bruno Dantas (TCU), que a pedido do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, investiga conflito de interesses de Moro, que se tornou sócio-diretor da Alvarez & Marsal, empresa que faz a administração da recuperação judicial da Odebrecht.

As conversas fazem parte do material apreendido pela Polícia Federal no curso da chamada operação "spoofing", que mira hackers responsáveis por invadir celulares de autoridades.

Ao aceitar o pedido do MP junto ao TCU, Dantas afirmou os fatos narrados pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado são gravíssimos. O pedido foi fundamentado pelo fato de Moro possuir informações privilegiadas sobre o funcionamento das empresas do grupo Odebrecht e ter proferido decisões judiciais e orientado as condições de celebração de acordos de leniência da construtora.

"Em uma situação como essa (...), é elevadíssimo o risco de conflito de interesse na atuação desse profissional. Em um primeiro momento, contribui para a situação econômico-financeira atualmente vivenciada pela empresa. Na sequência, passa a auferir renda junto à administradora

judicial nomeada na recuperação judicial", afirmou o ministro. A própria Lei 11.101/2005 estipula situações de impedimento e de destituição de administrador judicial.

Dantas considerou que Moro, ao atuar "dos dois lados do balcão", teve evidentemente acesso a assuntos sigilosos e a informações com repercussões econômico-financeiras que não são de amplo conhecimento público.

 

Fonte: Brasil 247

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