Segunda, 27 de Abril de 2026
20°C 32°C
Alagoinhas, BA
Publicidade

Para estimular a economia, China reduz taxa de juros

Para estimular a economia, China reduz taxa de juros

22/08/2023 às 07h40 Atualizada em 22/08/2023 às 10h40
Por: Redação
Compartilhe:
guardada recuperação pós-covid, após a suspensão das restrições de saúde no fim de 2022, perdeu ímpeto nos últimos meses (Paul Yeung/Getty Images)
guardada recuperação pós-covid, após a suspensão das restrições de saúde no fim de 2022, perdeu ímpeto nos últimos meses (Paul Yeung/Getty Images)

A economia do país foi abalada recentemente pelas incertezas no mercado de trabalho e por uma economia mundial em desaceleração, o que afeta a demanda de produtos chineses

Banco Central da China reduziu nesta segunda-feira, 21, uma taxa de juros crucial, uma medida para tentar reverter a crescente desaceleração pós-covid da segunda maior economia do mundo.

A economia do país foi abalada recentemente pelas incertezas no mercado de trabalho e por uma economia mundial em desaceleração, o que afeta a demanda de produtos chineses.

Os problemas financeiros do setor imobiliário, com grandes empresas à beira da falência e lutando para concluir projetos, também afeta o crescimento.

Banco Popular da China (PBoC, na sigla em inglês) anunciou a redução da taxa preferencial de empréstimos (LPR) de um ano, que serve como um ponto referência para os empréstimos corporativos, de 3,55% para 3,45%.

A LPR a cinco anos, utilizada para estabelecer o preço das hipotecas, permanece em 4,2%.

Índices históricos

Monitoradas de perto pelos mercados, as duas taxas estão em seus menores índices históricos.

A medida anunciada nesta segunda-feira, contrária à tendência de aumento das taxas de juros dos bancos centrais ao redor do planeta, tem o objetivo de estimular os bancos comerciais a conceder mais empréstimos, com taxas mais acessíveis.

A aguardada recuperação pós-covid, após a suspensão das restrições de saúde no fim de 2022, perdeu ímpeto nos últimos meses.

Os números fracos divulgados nas últimas semanas aumentaram a pressão sobre as autoridades para que apresentem um grande plano de recuperação, mas as pessoas que comandam a política econômica em Pequim continuam relutantes.

A desaceleração econômica deixa em risco a meta de crescimento estabelecida pelo governo, de cerca de 5% para 2023.

Caso o objetivo não seja alcançado, o país registrará uma das menores taxas de crescimento anual em décadas, sem considerar o período de pandemia.

Pequim admitiu na semana passada as "dificuldades" econômicas, mas criticou o pessimismo dos analistas ocidentais, que questionam a capacidade chinesa de sustentar o crescimento global.

"A recuperação econômica da China vai registrar ondas e será um processo tortuoso que inevitavelmente enfrentará dificuldades e problemas", afirmou d porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin.

"Alguns políticos e meios de comunicação ocidentais exageraram os problemas periódicos do processo de recuperação posterior à pandemia, mas com o tempo será provado que estão equivocados", acrescentou.

Fonte: Exame

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Alagoinhas, BA
20°
Tempo nublado

Mín. 20° Máx. 32°

21° Sensação
1.47km/h Vento
97% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
05h39 Nascer do sol
17h22 Pôr do sol
Ter 32° 19°
Qua 32° 20°
Qui 27° 20°
Sex 31° 21°
Sáb 28° 21°
Atualizado às 23h01
Economia
Dólar
R$ 4,98 -0,12%
Euro
R$ 5,83 -0,10%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 406,227,07 +0,17%
Ibovespa
189,578,80 pts -0.61%
Lenium - Criar site de notícias