O presidente de USA sinaliza possíveis ataques a pontes e instalações energéticas no Irã, ações que podem ser enquadradas como crimes de guerra tanto pelo direito internacional quanto pela legislação dos EUA. A ofensiva pode ocorrer nas próximas horas, elevando o risco de retaliação iraniana.
A legalidade desses ataques depende da natureza dos alvos. Infraestruturas de uso exclusivamente civil não podem ser atingidas; já alvos militares exigem análise caso a caso, especialmente quanto ao risco para civis. O maior dilema envolve estruturas de uso duplo, como pontes e usinas, que atendem tanto à população quanto a operações militares.
Experiências recentes, como bombardeios no sul do Líbano, mostram o impacto direto sobre civis, que dependem dessas estruturas para deslocamento, alimentos e serviços básicos. No caso de usinas elétricas, os efeitos são ainda mais severos, podendo causar apagões generalizados.
A interrupção de energia compromete hospitais, abastecimento de água, conservação de alimentos e medicamentos, ampliando danos à população. Por isso, ataques desse tipo tendem a ser interpretados como punição coletiva.
Trump afirmou ter um plano para destruir todas as pontes e usinas do Irã, o que incluiria alvos civis. Caso executadas, tais ações podem configurar crimes de guerra, com impactos generalizados sobre toda a população iraniana.
Almejamos que seja mais uma bravata.