“A remoção de conteúdos que violam nossas políticas voltadas para supressão de votos — ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação — está entre nossas respostas a potenciais interferências ao processo eleitoral. Além disso, não permitimos incitação à violência e proibimos discurso de ódio”, afirmou a Meta.
A mudança ocorreu após um levantamento do NetLab, laboratório vinculado à Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), divulgado pelo GLOBO, contabilizar ao menos 21 anúncios com fake news e ataques ao processo eleitoral brasileiro no mês passado, parte deles publicados por candidatos, e de um relatório da organização internacional Global Witness apontar falhas na moderação de postagens patrocinadas com desinformação sobre o processo brasileiro.
Em maio, a Meta disse que criará um centro de operações para as eleições com o objetivo de monitorar, em tempo real, as publicações feitas nas plataformas que representem eventual interferência no processo eleitoral para evitar a disseminação de informações falsas e o disparo em massa.
Além disso, desde fevereiro, o Facebook e o Instagram têm um canal de queixas dedicado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Fonte: A Tarde