Gasolina, diesel e, agora, o gás de cozinha (9%) e querosene de aviação (12%) sofrem aumentos de preços sucessivos determinados pela Acelen, nova proprietária da refinaria de Mataripe (Antiga Refinaria Landulpho Alves – RLAM), primeira refinaria nacional de petróleo e primeiro ativo do tipo privatizado pela Petrobras para um fundo de investimentos de origem árabe.
Em relação aos preços praticados pela Petrobras, inalterados desde de 9 de outubro, o gás de cozinha da Acelen custa entre quase 9% mais caro, mesmo percentual do reajuste.
O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, cujo preço médio já subiu 33% em um ano, ficou mais caro na Bahia a partir desta terça-feira (1º). Semana passada foi a vez da gasolina e do diesel.
A refinaria privatizada representa 14% da capacidade de refino no país e tem a liberdade para praticar seus preços com independência daqueles praticados pela Petrobras.